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A Origem da PNL |
A Programação Neurolinguística surgiu na Universidade da Califórnia (EUA) no final dos anos 60 e início dos anos 70 com John Grinder e Richard Bandler. Eles estudaram os padrões linguísticos como um conjunto de modelos e princípios que descrevem a relação entre a mente (neuro) e a linguagem (linguística - verbal e não verbal) e como a sua interação pode ser organizada (programação) para influenciar a mente, corpo ou o comportamento do indivíduo.
A partir dos seus padrões linguísticos e comportamentais, Richard Bandler e John Grinder construíram estratégias ou modelos mentais que pudessem ser usados por outras pessoas, independente do conhecimento que estas pessoas tinham sobre PNL, elas poderiam vivenciar as estratégias e ter benefícios com elas.
Os criadores da PNL então aplicaram tais modelos em seu próprio trabalho. Padrões que podem não ter estado disponíveis em qualquer dos modelos anteriores podem agora ser construídos, a partir da representação formal que os criadores da PNL desenvolveram. Novas técnicas e modelos foram e continuam sendo desenvolvidos, inclusive no Instituto Saber.
Richard Bandler e John Grinder estruturaram a PNL a partir de estratégias utilizadas por Virginia Satir (Terapeuta Familiar e Sistêmica), Milton Erickson (Psiquiatra e Hipnoterapia) e Fritz Perls (pai da Gestalterapia) que tinham resultados excepcionais com os seus pacientes. O objetivo era identificar os caminhos cerebrais utilizados por estes profissionais e poder utilizá-los obtendo os mesmos resultados, para depois ensiná-los a outras pessoas que teriam resultados também excelentes.
A partir deste material modelado Bandler e Grinder, criaram um modelo capaz de proporcionar a modelagem de padrões de excelência, que significa identificar os padrões disponíveis como se faz uma pessoa realizar algo excelente e ensinar essa estrutura para outras pessoas, considerando que se alguém pode fazer algo, qualquer pessoa pode se esse for seu objetivo. |