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PNL e Educação

Ao escrever este artigo, tenho como objetivo fazer uma reflexão sobre a importância da Programação Neurolinguística na educação e na intervenção cotidiana do professor em sala de aula e propor algumas ações inovadores.

O ato de educar é abrangente e acontece em qualquer circunstância, na vida de qualquer pessoa, numa relação de interação com o outro.

Podemos concluir que o ato de educar se dá em vários contextos e em um destes, a escola aparece em destaque.

Hoje, muita mais que ontem, as famílias delegam à Escola a responsabilidade de educar seus filhos. Isto é o resultado, quase sempre, da necessidade de trabalhar dos pais, que passam longas jornadas fora de casa, ausentes da relação com os filhos. Daí a transferência de responsabilidades educacionais para instituições educadoras. Frente a esta realidade, que é fato, aumenta a responsabilidade da instituição Escola, que muitas vezes se vê impotente diante de tamanho desafio, não tendo se preparado para esta tarefa, reproduzindo o modelo do passado, quando a nova realidade exige um modelo de comunicação mais eficaz.

Sabemos que a educação acontece quando há verdadeira comunicação entre aquele que assume o papel de educador e aquele que se vê no papel de educando. Para que haja esta interação, é necessário que o objeto em questão esteja alinhado aos interesses de educador e educando, caso contrário o aprendizado não acontece.

Para consumar um novo conhecimento, é de suma importância que ele tenha para o sujeito em ação um verdadeiro significado. O aprendizado acontece quando o educando apreende dentro de si o novo conhecimento, que gera uma nova vibração, uma nova emoção.

 Podemos afirmar que o processo educacional se faz com eficiência e eficácia no ato da comunicação entre os Sujeitos em interação.

Aqui quero apresentar a você, leitor, a Programação Neurolinguística, o que ela é, e o que tem a contribuir com a Educação.

A Programação Neurolinguística é um conjunto de conhecimentos e experiências que contribui para melhorar a relação humana através da comunicação e apresenta vários pressupostos que instigam o ser humano a tomar consciência da incrível capacidade que lhe é inata.

A Programação Neurolinguística na Educação pode contribuir extraordinariamente para melhorar a auto-estima dos professores e alunos e apresenta várias ferramentas, que com certeza, irão transpor algumas das barreiras que desafiam os professores em sala de aula.

 Sabemos que os seres humanos interagem com o mundo através dos sentidos (visão, audição, sensação tato, olfato e paladar). Sabemos, também, que há predominância nos canais Visual, Auditivo e Cinestésico e que cada pessoa interage com o meio através de um ou mais destes canais, ou ora um, ora outro.

Para o professor, é fundamental conhecer este sistema de interação, pois isto facilitará a intervenção com cada aluno no seu devido canal.

O domínio desta ferramenta potencializará o aprendizado e, conseqüentemente, os resultados serão surpreendentes.

Outra informação importante para o uso desta nova ferramenta é sabermos que o estado em que a pessoa se encontra também é fator importante para a aprendizagem. O estado emocional é preponderante neste processo, pois permeia qualquer ato de aprendizagem. Quando sabemos lidar com este estado, podemos aprender com mais facilidade e melhor qualidade.

 A Programação Neurolinguística oferece aos professores muitas ferramentas que os levarão a realizar seu trabalho com maior competência e muito mais prazer.

Apresento, a seguir, alguns recursos da PNL:

 - O Professor pode criar o estado emocional que quiser em sala de aula;

- Aprender é ativar o cérebro através das vias sensoriais, vendo, ouvindo, sentindo e fazendo;

- A PNL mostra ao Professor que cada aluno tem um canal predominante para o aprendizado (Visual, Auditivo, Cinestésico);

- A PNL mostra ao Professor como criar estados emocionais adequados que possibilitam verdadeira comunicação com o aluno, atuando no seu canal de interação;

- A PNL ensina o Professor a melhorar a linguagem e a ter comunicação congruente;

- A PNL ensina o Professor a lidar de forma competente com seus estados internos;

- A PNL ensina o Professor a estabelecer objetivos e metas e a realizá-los.

Estes são alguns dos benefícios que a PNL pode oferecer aos Professores. E eu, que sou professor, tenho certeza que após o contato com a Programação Neurolinguística, a prática na sala de aula de um professor pode alterar significativamente e a ação de educar tornar-se-á um desafio mais prazeroso.

Você que está lendo este artigo, e que é professor, pode dar novo rumo à sua ação pedagógica, conhecendo melhor a Programação Neurolinguística.

Encerro esta reflexão, apresentando uma das definições sobre o PNL:

“A Programação Neurolinguística estuda como o cérebro e a mente funcionam, como criamos nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras: estuda como o ser humano funciona e como pode escolher a maneira que quer funcionar ”.

Aproveito a oportunidade para parabenizar todos os Professores pelo seu dia, em 15 de Outubro.

Professor Sebastião de Oliveira Coelho

Prof. Sebastião de Oliveira Coelho

Pedagogo pós graduado e Jogos Cooperativos

Master practitioner em PNL


 

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